O diagnóstico da esteatose hepática, geralmente, é feito com a ultrassonografia. Os casos mais graves tem indicação de biópsia do fígado. Porém, mais recentemente, ela tem sido substituída por métodos menos invasivos: algoritmos derivados de modelos matemáticos baseados em exames laboratoriais, a Elastografia Hepática Transitória (Fibroscan) e a Elastografia Hepática por Ressonância Magnética.
A mudança nos hábitos alimentares e no estilo de vida são fundamentais no tratamento da doença com a prática de exercícios físicos e suspensão do consumo de álcool. O uso de medicações é recomendado para os casos com esteatohepatite associada. Pacientes com obesidade grave podem podem se beneficiar da cirurgia bariátrica. Se há evolução para cirrose descompensada, o transplante de fígado costuma ser necessário.
