A esteatose hepática — também conhecida como gordura no fígado — nem sempre está ligada só ao estilo de vida. A hereditariedade pode desempenhar um papel importante no risco de desenvolver a doença. Pessoas com histórico familiar de esteatose, diabetes tipo 2 ou dislipidemia têm maior predisposição genética a acumular gordura no fígado, mesmo quando mantêm hábitos relativamente saudáveis. Isso significa que, em alguns casos, a causa não está apenas no que você come ou no quanto se exercita.
A boa notícia é que, mesmo com predisposição genética, é possível prevenir e controlar a esteatose. A chave está no acompanhamento médico, exames periódicos e estratégias personalizadas de alimentação e atividade física. O diagnóstico precoce evita que a doença evolua para quadros mais graves, como esteato-hepatite ou cirrose. Se você tem casos na família, converse com seu gastroenterologista e cuide do seu fígado com atenção redobrada.
