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iaD - Instituto do Aparelho Digestivo
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Cirurgia IAD
IAD Unidade de Cirurgia Digestiva, Geral e Oncológica IAD

A Unidade de Cirurgia Digestiva é responsável pelo atendimento a pacientes com doenças cirúrgicas da parede abdominal, esôfago, estômago, fígado, vias biliares, pâncreas e intestino.

Apendicite Aguda

Definição
A inflamação aguda do apêndice cecal está entre as causas mais comuns de dor abdominal em pacientes que necessitam de cirurgia. Este órgão possui formato tubular em fundo cego, e desemboca na porção inicial do intestino grosso. Desta forma, a obstrução completa ou parcial do apêndice inicia um processo inflamatório-infeccioso conhecido como apendicite aguda.

Quadro clínico
Inicialmente, os sintomas são inespecíficos, e podem lembrar qualquer tipo de indisposição gastrointestinal. Dor abdominal difusa, desconforto na “boca do estômago” ou ao redor do umbigo, são freqüentes. O paciente pode perder o apetite, e evoluir com enjôos, vômitos e episódios de diarréia. Usualmente, após algumas horas, os sintomas se exacerbam, e uma característica importante da apendicite aguda é o surgimento de uma nova dor, mais aguda, localizada no quadrante inferior direito do abdome, que pode prejudicar, inclusive, a caminhada. Casos avançados podem cursar com dor abdominal intensa, febre e piora do estado geral, resultante da contaminação generalizada do abdome.

É importante lembrar que a apendicite aguda tem diversas formas de apresentação, e nem sempre segue a cronologia descrita acima. Na verdade, qualquer dor abdominal com duração superior a seis horas, sem alívio, deve ser avaliada por um médico.

Diagnóstico
Para complementar a história e o exame físico, são necessários exames de sangue e imagem. Os mais comuns são raio-x do abdome e ecografia, mas em alguns casos podem ser necessários exames mais específicos (tomografia computadorizada de abdome, por exemplo).

Tratamento
Uma vez feito diagnóstico, está indicado o tratamento cirúrgico. A via de acesso – laparoscópica (cirurgia por vídeo) ou laparotômica (cirurgia com corte) – e a necessidade de complementação do tratamento com antibióticos ou outras medidas vai depender de cada caso e do tempo de evolução da doença.

Evolução
Pacientes com doença em estágio inicial tem, normalmente, evolução muito favorável e tempo de internação curto, com retorno breve às suas atividades habituais. Logo, o tempo é o principal aliado nas doenças agudas do abdome. Sempre que houver suspeita, um médico deve ser consultado.

 

Tratamentos da Unidade

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